Paralisação nacional

Dia 28 de abril, não haverá expediente no Sindojus. Todos (as) às ruas!

Os funcionários foram convidados a participar do ato que vai ser realizado, às 9 horas, na Praça da Bandeira, com finalização na Praça do Ferreira

26/04/2017

Em adesão à paralisação nacional contra as reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de terceirização, não haverá expediente no Sindicato dos Oficiais de Justiça do Ceará (Sindojus-CE) na próxima sexta-feira (28). Todos os funcionários foram convidados a participar do ato que vai ser realizado, às 9 horas, na Praça da Bandeira, com finalização na Praça do Ferreira.

No Cariri, oficiais e oficialas irão se reunir, a partir das 8 horas, na Praça do Giradouro, somando forças com as demais entidades sindicais e a sociedade civil organizada. O intuito é realizar uma grande mobilização com bloqueio do tráfego de veículos, uma vez que o trecho é o mais movimentado da região – onde circulam pessoas que se deslocam de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha.

Convocação

Diante do momento delicado pelo qual o país passa – de tentativa de retirada de direitos dos trabalhadores toda ordem – o Sindojus convoca toda a categoria para participar do grande ato que será realizado em Fortaleza, na Praça da Bandeira – situada em frente à Faculdade de Direito da UFC.

A diretoria do Sindicato ficará concentrada, a partir das 8 horas, na esquina das ruas Meton de Alencar com Senador Pompeu. Um balão será fixado no local para facilitar a identificação de todos. Oficiais e oficialas estarão devidamente caracterizada com o colete Oficiais de Justiça em luta. Aqueles que tiverem colete em casa deverão levar o seu.    

Aposentadoria

Se for aprovada nos moldes que estão sendo propostos, a reforma da Previdência (PEC 287) praticamente vai tirar dos trabalhadores o direito à aposentadoria. Mesmo que consiga acumular 40 anos de contribuição, o máximo que poderá receber é o teto salarial do INSS (de R$ 5.531,31), medida que vale não só para trabalhadores celetistas, mas também para servidores públicos, que passarão a integrar o regime geral da Previdência Social. 

Este é um dos maiores ataques aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais da história do Brasil. Como forma de repúdio, entidades sindicais de todo o país e a sociedade civil organizada se uniram para realizar esse grande ato. Participe e juntos vamos parar o Brasil!

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